sábado, 19 de agosto de 2017

ANTÁRTIDA

ANTÁRTIDA 

GEÓRGIA DO SUL 

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 ILHAS GEÓRGIA DO SUL SANDWICH DO SUL 

Resultado de imagem para Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul

GRYTVIKEN 

Panorama de Grytviken

ESLOVÁQUIA

ESLOVÁQUIA 

BRATISLAVA 

Bratislava (pronunciado em português europeu[bɾɐtiʒˈlavɐ, bɾatiʒˈlavɐ]pronunciado em português brasileiro[bɾatisˈlavɐ, bɾatʃisˈlavɐ]pronunciado emeslovaco[ˈbratislava] ( ouvir); antigamente em eslovaco: Prešporok; em alemãoPressburg ou Preßburg; em húngaroPozsony; em latimPosonium) é a capital e principal cidade da Eslováquia, situada no sudoeste do país, junto da fronteira com a Áustria e da fronteira com a Hungria, tornando-se assim, na única capital europeia situada na fronteira do seu país com outros dois. A cidade é também cortada pelo rio Danúbio em seu curso. Com 427 mil habitantes, é a maior cidade do país. Os Cárpatos, uma das notórias cordilheiras europeias, começam no território da cidade (Malé Karpaty, «Pequenos Cárpatos»). Sede da presidência, do parlamento e do governo eslovacos, Bratislava conta ainda com universidades, museus, teatros e toda infraestrutura comum às grandes cidades no que tange a vida política, cultural e social do ocidente.

História

O primeiro assentamento permanente conhecido da região começou com a Cultura da Cerâmica Linear, cerca de 5000 a.C., no Neolítico. Por volta de 200 a.C., a tribo celta dos boios fundou o primeiro assentamento significativo — uma cidade fortificada conhecida como ópido) — e também estabeleceu umNo século X, o território de Pressburg (o que viria a ser o megye de Pozsony) tornou-se parte da Hungria (chamada Reino da Hungria a partir do ano 1000) e tornou-se um centro administrativo e económico fundamental na fronteira do reino.[13] Essa posição estratégica fez com que a cidade se tornasse alvo de frequentes ataques e batalhas, mas também trouxe-lhe desenvolvimento económico e grande importância política. Pressburg foi concedida a primeira cidade conhecida privilégios em 1291 pelo húngaro André III,[14] e foi declarada uma cidade livre real em 1405 pelo rei Sigismundo de Luxemburgo, que deu o direito à cidade de utilizar o seu próprio brasão de armas em 1436.[15]
O Reino da Hungria foi derrotada pelo Império Otomano na Batalha de Mohács em 1526. Posteriormente, os Turcos sitiaram Pressburg, danificado-a, mas não a conseguindo conquistar.[16] Devido aos avanços otomanos em território húngaro, a cidade foi designada a nova capital da Hungria em 1536, tornando-se parte do Monarquia de Habsburgo e que marca o início de uma nova era. A localidade se tornou uma cidade bem como a sede da coroação dos reis, arcebispos (1543), da nobreza e de todas as principais organizações e edifícios governamentais. Entre 1536 e 1830, onze reis e rainhas foram coroados na Catedral de São Martinho.[17] No entanto, o sécuxlo XVII foi marcado por revoltas antiHabsburgo, guerra com os turcos, inundações, pragas e outras catástrofes.[18] A Reforma chegou na segunda metade do século XVI e encontrou adeptos principalmente na classe urbana. Como resultado das frequentes insurreições contra o catolicismo Habsburgo, os subúrbios foram devastados. A cidade e o castelo foram conquistados por diversas vezes pelos insurgentes, depois reconquistados pelas tropas imperiais. Este período de revoltas culminou em 1711 com a assinatura da Paz de Szatmár.[19]a fábrica que produzia moedas conhecidas como biatecs.[5]
A área caiu sob a influência dos Romanos a partir do século I até século IV e fazia parte da Limas Danubianas, um sistema de defesa das fronteiras.[6] Os romanos introduziram a viticultura na área, iniciando uma tradição de produção de vinho, que sobrevive até hoje.[7]
Os eslavos chegaram do lestre entre os séculos V e VI, durante o período de migração.[8] Em resposta aos ataques dos ávaros, as tribos eslavas locais rebelaram-se e estabeleceram o império de Samo da Boêmia (623–658), a primeira entidade política eslava conhecida. No século IX, os castelos de Bratislava (Brezalauspurc) e Devín(Dowina) eram importantes centros dos estado eslavos do Principado de Nitra e da Grande Morávia.[9] Por outro lado, a identificação dos dois castelos como fortalezas construídas na Grande Morávia tem sido posta em debate, com base em argumentos linguísticos e devido à ausência de provas arqueológicas consistentes.[10][11]
A primeira referência escrita a um assentamento chamado "Brezalauspurc" data de 907 e está relacionada com a Batalha de Pressburgo, durante a qual o exército da Baviera foi derrotado pelos húngaros de etnia magiar [10] e que está ligada à queda da Grande Morávia, já enfraquecida pelo seu próprio declínio.[12] Todavia, o local exato da batalha é até hoje desconhecido. Segundo algumas interpretações seria 
Pressburg floresceu durante o século XVIII. No reinado de Maria Teresa da Áustria,[1] tornou-se o maior e mais importante centro no território das atuais Eslováquia e Hungria.[20] A população triplicou;[1] foram edificados muitos novos palácios, mosteiros, mansões, e as ruas foram construídas, tranformando a cidade no centro da vida social e cultural da região.[21] No entanto, a cidade começou a perder a sua importância sob o reinado do filho de Maria Teresa José II,[1] especialmente quando a jóias da coroa foram movidas para Viena em 1783, em uma tentativa de fortalecer a união entre a Áustria e a Hungria. Muitos organismos centrais posteriormente foram transferido para Buda, seguidos por um grande segmento da nobreza.[22] Os primeiros jornais em húngaro e eslovaco foram publicados aqui, respetivamente o Magyar hírmondó em 1780, e o Presspurske Nowinyem 1783.[23]

Geografia

Bratislava é a capital de Eslováquia, está situada no centro da Europa e no sudoeste da Eslováquia. Sua localização junto às fronteiras da Áustria, no oeste, e Hungria, no sul, faz com que seja a única capital de um país no mundo cujas fronteiras sejam com dois países. Está só a 62 quilômetros da fronteira com a República Checa e a só a 60 quilômetros de Viena, o que faz destas duas últimas as capitais europeias mais próximas uma da outra (se excluídas Roma e a Cidade do Vaticano, que tem um estatuto especial).[24]
A cidade tem uma superfície total de 367,58 km², pelo que é a segunda cidade maior da Eslováquia por superfície (após a cidade de Vysoké Tatry). Bratislava se situa a ambos os lados do rio Danúbio, que cruza a cidade desde o oeste para o sudeste. A bacia do Médio Danúbio começa na Porta Devín, no oeste. Outros rios próximos são o rio Morava, que forma a fronteira norocidental da cidade e desemboca no Danúbio em Devín, e os rios Pequeno Danúbio e Vydrica, que desembocam no Danúbio, no município de Karlova Vês. Algumas partes de Bratislava, em particular Devín e Devínska Nová Vês, são vulneráveis às inundações.[25] Por esta razão estão-se construindo em ambas orlas novas proteções contra as inundações.[26]
A cordilheira dos Cárpatos começa na cidade no que se chama Cárpatos Pequenos (Malé Karpaty). A área inclui o Parque Florestal de Bratislava, que é muito popular entre os habitantes da cidade e é parte da zona paisagística protegida dos Cárpatos Pequenos. A cidade é o ponto mais baixo na superfície do Danúbio, com 126 metros acima do nível médio do mar, e o ponto mais alto é Devínska Kobyla com 514 metros. A altitude média é de 140 metros.[27]
As cidades e povos mais próximos são: ao norte StupavaBorinka e Svätý Jur; ao este Ivanka pri Dunaji e Most pri Bratislave; no sudeste RovinkaDunajská Lužná e Šamorín; ao sul Rajka (Hungria), e ao oeste Kittsee (Áustria), Hainburg an der Donau (Áustria) e Marchegg (Áustria).

Clima 

Bratislava está situada na zona temperada e tem um clima continental com quatro estações. Com uma marcada variação entre os verões cálidos e os invernos frios e úmidos, a cidade é uma das mais cálidas e secas da Eslováquia.[29] Nos últimos anos, a transição do verão para o inverno e do inverno paraa verão tem sido rápida, com curtos períodos de outono e primavera. A neve produz-se a cada ano com menor frequência.[30] Algumas partes de Bratislava, em particular Devín e Devínska Nová Vês, são vulneráveis às inundações dos rios Morava e Danúbio.[31] Por esta razão está-se construindo uma nova proteção contra as inundações em ambas orlas.[32]
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

FRANÇA

FRANÇA 

VALHON-PONT -D´ARE

Vallon-Pont-d'Arc é uma comuna francesa na região administrativa de Ródano-Alpes, no departamento de Ardèche. Estende-se por uma área de 28,62 km². Em 2010 a comuna tinha 2 328 habitantes (densidade81,3 hab./km²).
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 VALHON-PONT D´ARE

Vallon-Pont-d'Arc (occitan: Valon) is a commune in the Ardèche department in southern France.
Vallon-Pont-d'Arc is a capital of prehistoric and cultural tourism. This small village, peaceful in wintertime, sees its population expand ten-fold in summer. Its tourist importance largely comes from the fact that it is the departure point for the river descent of the Gorges de l'Ardèche (from Pont d'Arc to Saint-Martin-

Geografia 

Vallon-Pont-d'Arc is situated at the threshold of one of the most beautiful tourist sites of France: "les gorges de l'Ardèche" (the Ardèche canyon). The famous Pont d'Arc, a natural arch of more than 30 metres height, carved out by the Ardèche and classified as a Great Site of France, gave it its name.
1.8 km (1.1 mi) southeast of the village, the River Ibie flows into the Ardèche, which forms all of the commune's southwestern border.

Historia 

1801: Saint-Martin-d'Arc renamed to Chames
1825: Chames renamed to Vallon
25 September 1948: Vallon becomes Vallon-Pont-d'Arc
The Pont d'Arc

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CANADA

CANADA 

GLACIER NATIONAL PARK CANADA 

https://en.wikipedia.org/wiki/Glacier_National_Park_(Canada)
Glacier National Park is one of seven national parks in British Columbia, and is part of a system of 43 parks and park reserves across Canada. Established in 1886, the park encompasses 1,349 km2 (521 sq mi), and includes a portion of the Columbia Mountains. It also contains the Rogers Pass National Historic Site.
The park's history is closely tied to two primary Canadian transportation routes, the Canadian Pacific Railway (CPR), completed in 1885, and the Trans-Canada Highway, completed in 1963. The pass in the centre of the park eluded explorers until 1881. The railway brought with it tourism, the establishment of Glacier National Park and the construction of a popular alpine hotel. The heavy winter snows and steep, avalanche-prone valleys of the park have been a major obstacle to transportation, necessitating much railway engineering and avalanche control measures.
The park contains high peaks, large, active glaciers, and one of Canada's largest cave systems. Its dense forests support populations of large mammals, birds, and alpine species. The region is noted for its heavy snowfall. The park has an extensive network of trails, three campgrounds, and four backcountry huts and cabins. Due to the major transportation routes that bisect it, Glacier National Park sees large numbers of visitors.

Historia 

The Selkirk Mountains were first noted by Europeans when explorer David Thompson of the North West Company skirted around them on the Columbia River in 1811. He named them Nelson's Mountains, after Lord Horatio Nelson, but they were later renamed after an executive for the rival Hudson's Bay CompanyLord Thomas Douglas Selkirk.[1]
Finding a pass through the Selkirks became a priority after construction of the Canadian Pacific Railway began. Completion of the railway was a condition of the Colony of British Columbia upon entering Canadian Confederation in 1867. In 1865, CPR surveyor Walter Moberly led an expedition up the Illecillewaet River (which he named, using the Okanangan word for "swift water"). Despite recently discovering Eagle Pass through the nearby Monashees, Moberly failed to find a pass through the Selkirks after getting sidetracked in the Tangier Creek drainage. His party refused to explore further due to the lateness of the season, and Moberly was forced to retreat.

Geografia 

The park covers the northern part of the Selkirk Mountains, a sub-range of the Columbia Mountains. It contains numerous glaciers and large, swift waterways. The park is bisected by two major transportation routes, the Trans-Canada Highway and the Canadian Pacific Railway. The nearest towns are Revelstoke to the west, and Golden to the east. The only settlement in the park is the complex at the Rogers Pass summit.
A forested valley under misty peaks, with the Trans-Canada Highway running through

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

GRÉCIA

GRÉCIA 

AMORGOS 

Amorgos, (em gregoΑμοργóς), é uma ilha grega do Mar Egeu, no arquipélago das Cíclades. É a mais oriental do grupo das Cíclades e a mais próxima ao arquipélago vizinho do Dodecaneso, situada a sudeste de Naxos e a 138 milhas náuticas do porto do Pireu. Tem uma área de 121 km² e 112 km de costa. Contava com 1.800 habitantes em 1995.
Amorgos tem dois portos, ambos na costa em frente de Naxos: Katapola a oeste e Egiali a leste. O ponto mais alto fica no extremo leste da ilha, monte Krikelo (821 m). A capital da ilha é Amorgos, ou Khora, situada no interior.
Amorgos foi sempre considerada como uma «ilha estéril». Homero dizia dela que era uma «ilha despida».
O lugar mais conhecido da ilha é o pequeno mosteiro de Khozoviotissa, fundado no século XI, que fica no meio duma falésia a 300 m sobre o mar na costa este, e que aparece no filme Imensidão Azul - Le Grand Bleu de Luc Besson.

AMORGOS 

Amorgos (GreekΑμοργόςpronounced [amorˈɣos]) is the easternmost island of the Greek Cyclades island group, and the nearest island to the neighboring Dodecanese island group. Along with several neighboring islets, the largest of which is Nikouria Island, it comprises the municipality of Amorgos, which has a land area of 126.346 square kilometres (48.782 square miles),[2] and a population of 1,973 (2011 census).

Historiá 

Throughout history, Amorgos was also known as Yperia, Patagy, or Platagy, Pagali, Psichia and Karkisia.
Amorgos features a lot of remnants of ancient civilizations. At the time of Archaic Greece, there were three independent city-states there. They are believed to have featured autonomous constitutions but the same currency. Amorgos is distinguished by the size and quality of the walls surrounding the city of Arkesini, by the ancient towers whose remains are scattered all over the island, by the ancient tombs, the stone tools, the inscriptions, the vases and by other antiquities.
Due to the name Minoa we suspect that Amorgos had been colonised by the Cretans from ancient times,[citation needed]but there are no archeological remains supporting this view.[3]

Early Cycladic period

'Kapsala Cycladic figurines', dating around 2700 B.C., are named after a find place in Amorgos. This is the earliest of the 'canonical types' – a reclining female with folded arms. They tend to have slender and elongated proportions. At this time, anatomical features such as arms are modeled three-dimensionally. With the later types, sculptors tended to render this feature with incised lines.[5]Almost a dozen separate inhabited centres are known in this period. Amorgos is the origin of many famous Cycladic figurines. ‘Dokathismata style’ figurines were originally found here. Cycladic sculptures had been discovered from the cemeteries at Aghia Paraskevi, Aghios Pavlos, Dokathismata, Kapros, Kapsala, Nikouria and Stavros.[4]
'Dokathismata Cycladic figurines' date from a somewhat later period of 2400–2100 BC. Compared to the statuettes of the Spedos type—the most common and renowned type of figurines featuring finely modeled and somewhat rounded shapes—the statuettes of the Dokathismata type tend to have a more slender and sometimes angular silhouette.

Classical period 

Part of the island is named Aspis, where the ancient temple of the goddess Aphrodite stood.
In approximately 630 BC, the poet Semonides led the foundation of a Samian colony on Amorgos. The Periplus of Pseudo-Scylax mentions it as Tripolis. With the passing of time, the island's name changed to Amolgon and Amourgon. In the 5th century, Bishop Theodore, who attended a synod in Constantinople, signed as Bishop of the Parians, Sifnians, and Amoulgians. It was known as Yamurgi during Ottoman rule between 1566–1829.
On 9 July 1956, a very large earthquake occurred that generated a local tsunami of up to 30 m (98 ft). The shock had a moment magnitude of 7.8 and had a maximum Mercalli intensity of IX (Violent). Fifty-three people were killed and 100 were injured.[6]

Geografia 

Due to Amorgos' position opposite the ancient beaches of Ionian towns, such as MilitosAlikarnassos and Ephesos, it became one of the first places from which the Ionians passed through to the Cyclades Islands and onto the Greek mainland.
View of Chora (Amorgos)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

PERU

ICA PERU 

Ica é uma cidade do Peru, capital do departamento e da província de mesmo nome. Tem cerca de 247 mil habitantes. Situada às margens do rio Ica, que banha uma fértil planície onde se cultivam videiraspalmeirastamareiras e algodão. É um centro vinícola. Fundada em 1563 com o nome de Vila de Valverde, em suas imediações destacou-se a cultura inca, de seu apogeu até 1450 d.C.
A cidade foi uma das mais arrasadas pelo terremoto em 15 de agosto de 2007, juntamente com Pisco e Chincha Alta. O tremor atingiu 8 pontos na escala Richter.

Geminações 

A cidade de Ica tem a seguinte cidades-irmãs 
Estados Unidos Miami Beach, Flórida, Estados Unidos

HUACACHINA 

Huacachina é uma vila no sudoeste do Peru, construída em torno de um pequeno oásis cercado por dunas de areia. Está localizada na província de Ica, a cerca de cinco quilômetros da cidade de Ica, no distrito de Ica.  O oásis está representado na parte de trás da nota de 50 do Nuevo Sol. Huacachina tem uma população permanente de cerca de 100 pessoas, embora ele hospede muitas dezenas de milhares de turistas a cada ano.
Huacachina foi construído em torno de um pequeno lago natural no deserto. Chamado de "oásis da América", ele serve como um resort para famílias locais da cidade vizinha de Ica e cada vez mais como uma atração para turistas atraídos pelos esportes de sandboard e passeios de bugue em dunas de areia que se estendem várias centenas de metros de altura.
Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando uma bela princesa nativa foi presa durante um banho por um jovem caçador. Ela fugiu, deixando a piscina de água que ela se banhava tornar-se a lagoa. As dobras de seu manto, que se contorciam atrás dela enquanto ela corria, tornou-se as dunas de areia ao redor da lagoa. E a própria mulher viveria no oásis como uma sereia. 
Proprietários privados próximos ao oásis instalou poços, o que reduziu o nível de água no oásis. Para compensar esta perda de água e preservar o oásis como um destino esteticamente agradável para os turistas, a cidade iniciou um processo artificial de bombeamento de água para o oásis.[