segunda-feira, 19 de junho de 2017

MALDIVAS

MALDIVAS 

MALÉ

Malé (em língua dhivehi: މާލެ, pronunciado: "Maha-alay") é a maior cidade e capital das Maldivas. A cidade está localizada no extremo sul do Atol Kaafu. Também é uma das subdivisões administrativas do país. Tradicionalmente foi a ilha do Rei, onde a antiga dinastia real das Maldivas governava e onde seu palácio era localizado. Hoje é sede do governo e centro de negócios, comercial, empresarial e educativo. Tem uma população de aproximadamente 80 mil pessoas, sendo aproximadamente um terço da população do país.[1]
A ilha é fortemente urbanizada, com a cidade ocupando-a praticamente por inteiro e é a cidade mais densamente povoada do mundo. Malé foi golpeada pelo tsunami que varreu através a costa ocidental de Sumatra em 26 de Dezembro de 2004. Foi afetada pelo sismo do Oceano Índico cujas ondas inundaram dois terços da cidade.

História

Os primeiros habitantes das Maldivas foram budistas. Em 1153,os muçulmanos conquistaram as Maldivas. Anos mais tarde o arquipélago passou pelas mãos de portuguesesneerlandeses e ingleses , sendo que estes últimos transformaram Malé em um protetorado (entre 1887 e 1965). Em 1953 foi tentada estabelecer uma república mas poucos meses depois, a cidade foi restabelecida ao sultanato. Em 1968 foi reinstaurada a república, continuando Malé como capital.
Em 26 de dezembro de 2004, ocorreu o devastador terremoto em Sumatra (Terramoto do oceano Índico de 2004) e o tsunami posterior inundou dois terços da cidade. O tsunami e o terremoto causaram 220 mil mortos ao largo de todo o Oceano Índico. Em 29 de setembro de 2001 foi explodida uma bomba perto de uma mesquita, ferindo 12 turistas. É considerada a primeira bomba que já explodiu em grandes proporções na cidade.[4]

Infra-estrutura 

Como não há mais terras adiante no país, toda a infra-estrutura está localizada na cidade. A água fornecida é terrena dessanilizada; a água chega através de bombas de salombra com 50-60m de profundidade e dessaliniza usando a osmose inversa.[6] A energia elétrica é gerada na cidade utilizando geradores de diesel.[7] O esgoto é bombeado para não ir diretamente para o mar.[8] Os recursos sólidos são transportados para ilhas próximas, onde são usados para preencher as lacunas. O aeroporto foi construído neste sentido, e atualmente, a lagoa Thilafushi está sendo preenchida.[9][10]
Na cidade pode-se encontrar todos os serviços básicos; além destes, conta com bancos, numerosos caixas automáticos e a maioria das empresas de correio internacionais.[11] Possui vários centros de saúde, como o Hospital Indira Ghandi Memorial (IGMH), que é o maior do país, e na saúde privada o Hospital ADK é o mais importante.[12] Existe também um serviço de táxi, cujo valor máximo é regulamentado pelo governo.O turismo é a maior atividade econômica nas Maldivas, respondendo por 28% do PIB e mais de 60% das receitas cambiais. Mais de 90% das receitas fiscais do governo vem de direitos de importação e impostos relacionados com o turismo.Economia[editar | editar código-fonte]
Malé tem muitas atrações turísticas e resorts próximos. A cidade também é o centro comercial e possui o porto principal do país.

Transporte 

Aéreo 

Aeroporto Internacional de Malé é o principal aeroporto das Maldivas. Foi por muito tempo o único aeroporto internacional das Maldivas. O aeroporto foi inaugurado em 12 de abril de 1966.
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