segunda-feira, 25 de julho de 2016

VEJA 15 LUGARES TÃO INCRÍVEIS QUE NEM PARECEM REIS E DESCUBRA COM VISTÁ-LOS FOTOS

 VEJA 15 LUGARES TÃO INCRÍVEIS QUE  NEM PARECEM REIS E DESCUBRA COM VISTÁ-LOS FOTOS

Listas de lugares surreais e paisagens incríveis crescem como mato na internet. Basta você jogar as palavras-chave em um site de buscas e seu computador será colorido por dezenas de fotos tão lindas que fica difícil acreditar que sejam de locações que existem de fato neste planeta. O engraçado é que a maioria das imagens é real, mas tem tantos 'retoques' e filtros que ficam quase irreconhecíveis. Ou pior, você acaba viajando para um lugar que parecia fantástico, mas que na verdade não passava de uma ilusão fotográfica. Em outros casos ainda, a foto é de um lugar verdadeiro e não passou por recursos de edição, mas a locação é tão erma, distante e de difícil acesso que nunca será nada além de um descanso de tela no seu computador. Uma paisagem das montanhas do interior da Mongólia ou das geleiras da Antártica dificilmente vai motivar você a fazer uma viagem até lá.Mas existem, sim, lugares tão incríveis neste mundo que parecem ter saído de um sonho e que são, ao mesmo tempo, viagens ao alcance de todos. Dois países que se destacam nesse quesito são a Nova Zelândia e a Turquia. Embora tão distantes e diferentes um do outro, em termos geográficos e culturais, ambos têm em comum lugares surreais, paisagens naturais de tirar o fôlego sem precisar de nenhum filtro que não seja o de raios UV da sua câmera fotográfica. A Nova Zelândia exibe geleiras à beira-mar, gêiseres, lagos ferventes e piscinas de lama. Já a Turquia tem um 'castelo de algodão' e falos gigantes de pedra.E há muito mais pelo mundo afora! Se você quiser arrumar as malas, poderá conhecer pessoalmente um deserto vermelho, uma cordilheira branca, penhascos mágicos, calçada de gigantes, ilhas, salar, cânion, lagoas e praia incríveis! Troque o descanso de tela do seu computador por uma foto tirada por você mesmo: conheça 15 lugares surreais que são reais, e confira todas as dicas de como visitá-los.
Wadi Rum - Também conhecido como Deserto Vermelho, este vale está localizado no sul da Jordânia, a 60 quilômetros da cidade de Aqaba. O lugar é habitado desde tempos pré-históricos e abrigou nabateus (o povo construtor de Petra), rebeldes da Revolta Árabe, beduínos e, hoje, muitos turistas. Você pode contratar um passeio ou mesmo dirigir um carro alugado desde Aqaba ou Petra até a vila de Wadi Rum, de onde saem os tours em veículos 4X4 para o deserto...
... O mais tradicional deles evolve duas horas rodando pelas areias vermelhas, inscrições nas pedras e formações rochosas, sendo 'A Ponte' a mais famosa. Você então assiste ao pôr do sol bebendo o tradicional chá árabe e, depois, passa a noite sob as estrelas em um acampamento beduíno. Note que os 'acampamentos' são na verdade hotéis em forma de tendas, com camas quentinhas e geradores de energia elétrica. Ainda assim, a sensação de dormir no deserto é maravilhosa! Muitos turistas estendem o passeio com trekking, montanhismo, cavalgadas ou 'cameladas' ao amanhecer.
Laguna 69 - Localizada a 86 quilômetros da cidade de Huaraz, no norte do Peru, é uma das 400 lagoas que integram o Parque Nacional Huascarán, também conhecido como Cordilheira Branca. A Laguna 69 é formada pelo degelo da montanha nevada Chacraraju e sua cor azul celeste vem da grande profundidade que a água atinge. Embora seja um lugar muito frio e que fica coberto de neve no inverno, é possível visitá-lo o ano todo. Mas o acesso é difícil, já que a lagoa está a nada menos do que 4.600 metros do nível do mar. São necessárias 48 horas de ambientação na cidade de Huaraz ou outro lugar de altitude elevada antes de fazer a trilha...
Capadócia - Localizada no coração da Turquia, essa região de delimitações geográficas incertas se situa ao redor da cidade de Goreme, a mais de 700 quilômetros e 10 horas de ônibus de Istambul. A área, formada por uma rocha vulcânica porosa na superfície e dura na base, foi esculpida durante milhares de anos pela ação do vento e da chuva. O resultado são as incríveis formações de pedra que caraterizam a Capadócia, entre elas as chamadas 'fairy chimneys' (que parecem ter um chapéu na parte superior) e as que lembram falos humanos. Foram estas últimas que deram nome a um dos lugares mais visitados pelos turistas: o Vale do Amor...
Lagos Plitvice - Localizado a 130 quilômetros da capital da Croácia, Zagreb, este parque nacional abrange um sistema de 16 lagos interligados por inúmeras quedas d'água e cachoeiras. Paredões de pedra cinzenta emolduram o cenário e dão ainda mais destaque à cor da água, que varia do azul fluorescente ao verde esmeralda. Ela é totalmente transparente e seu tom muda conforme a incidência da luz do sol. Isso acontece porque cada lago tem uma quantidade diferente de minerais e microrganismos. O parque é de fácil acesso, sendo que você pode visitá-lo de carro, tour ou ônibus a partir das cidades de Zagreb e Zadar...
Geleira Franz Josef - Situada a apenas 20 quilômetros da costa oeste da Ilha Sul da Nova Zelândia, é uma atração turística famosa justamente por ser de fácil acesso. Enquanto a maior parte das geleiras está nos extremos do planeta ou no pico das montanhas, Franz Josef e sua vizinha, a Geleira Fox, ficam apenas 300 metros acima do nível do mar. No entanto, o aquecimento global tem acelerado o degelo de Franz Josef e há previsões de que ela possa desaparecer em apenas 20 anos! Antes, era possível chegar até o gelo caminhando, mas, agora, as trilhas por terra levam apenas até um mirante, não sendo mais permitido entrar na Franz Josef sozinho por conta das fendas no gelo e do risco de deslizamentos...
Praia Navagio - Considerada por muitos como a mais linda do mundo, está localizada no noroeste da ilha grega de Zakynthos, a 35 quilômetros da capital, Zakynthos Town. A praia é uma combinação surreal de falésias de rocha calcária branca com mar azul celeste e a carcaça de um navio de carga que naufragou naquelas águas nos anos 1980 (daí o nome de 'Praia Naufrágio'). Para chegar até a ilha, você pode pegar um avião desde Roma ou Atenas; ou ainda ônibus que partem de várias cidades gregas e conectam com o serviço de ferries que sai de Kilini (o ticket é vendido de forma integrada). Uma vez em Zakynthos, há várias opções para conhecer Navagio. Se quiser ver a praia de cima - que é definitivamente o melhor ângulo -, você pode contratar um tour ou alugar um carro/quadriciclo/scooter e percorrer a estrada até o mirante que fica nas falésias. A sinalização é precária, mas a ilha é pequena e não há como se perder...
Deserto do Atacama - Localizado no norte do Chile, a apenas 50 quilômetros da fronteira com a Bolívia, é considerado o deserto mais alto (2.400 metros) e mais árido do mundo. A cidade-base para o turismo na região é a minúscula São Pedro do Atacama, que pode ser acessada de transfer desde o Salar do Uyuni, na Bolívia, ou de vans turísticas e ônibus regulares desde Calama, onde está localizado o aeroporto mais próximo. Uma vez em São Pedro, as opções são alugar um veículo 4X4 para percorrer a região com auxílio de um GPS (mais caro, mais complicado, mais livre), ou contratar os inúmeros tours que saem diariamente das empresas localizadas na rua principal da cidade (mais barato, mais simples, mais 'engessado'). O local mais procurado pelos turistas é o Vale de la Luna, que fica a apenas 20 minutos de São Pedro e abriga as paisagens lunares que deram fama mundial ao Atacama...
Ilha de Corón - Localizada 310 quilômetros a sudoeste da capital das Filipinas, Manila, esta porção de terra de apenas 20 quilômetros de largura pertence ao arquipélago das Calamian. Em um espaço tão pequeno, Corón guarda uma paisagem formada ainda no período jurássico pela corrosão da pedra calcária que a forma. O resultado é uma série de rochedos negros pontiagudos, de formas inusitadas e que às vezes parecem flutuar sobre a água azul fluorescente do mar de Sulu. Além disso, a ilha possui 11 lagos, sendo que alguns possuem ligação subterrânea com o mar e outros estão vários metros acima do nível dele. É o caso de dois do mais famosos, os lagos Barracuda e Kayangan, que são alcançados através de escadarias desde os pequenos píeres da ilha. Existem ainda mais duas lagoas que merecem ser visitadas: as Gêmeas (Twin Lagoons), interligadas por uma abertura embaixo da rocha...
Salar do Uyuni - Localizado no sul da Bolívia, próximo das fronteiras com o Chile e a Argentina, é a maior planície de sal do mundo com 10.500 quilômetros quadrados. Formado por um lago pré-histórico que secou, o Uyuni contém 10 bilhões de toneladas de sal que se espalham por 11 camadas de até 10 metros de profundidade. Mas é na superfície que reside sua beleza. A crosta branca forma um imenso 'deserto' sobre o qual se desenham hexágonos, que são os respiradouros das camadas de sal mais profundas. Quando chove, entre dezembro e fevereiro, o salar alaga e vira um gigantesco espelho, onde céu e solo brancos se confundem no infinito. O lugar ideal para tirar fotos em perspectiva, pois a paisagem atrás parece não ter profundidade...
Ilha de Páscoa - Considerada o local mais isolado do mundo, esta porção de terra pertencente ao Chile está localizada no Oceano Pacífico, a 2.200 quilômetros de qualquer outra ilha e a 3.800 quilômetros da costa da América do Sul. Tal isolamento foi um dos fatores responsáveis pelo desenvolvimento de uma civilização ímpar na ilha, o povo Rapa Nui. Detentores de alta tecnologia e envolvidos em guerras tribais pelo comando de Páscoa, eles espalharam pelos seus 170 quilômetros quadrados nada menos do que 900 gigantescas estátuas de pedra conhecidas como 'moais'. As disputas internas e a escassez de recursos naturais acabaram levando à destruição do povo Rapa Nui, mas seu legado, os moais, continuam lá. Muitos tombaram, estão em ruínas ou em partes remotas da ilha, mas algumas dezenas deles se erguem eretos contra o céu e o mar azuis de Páscoa, desafiando o tempo e formando uma paisagem misteriosa e única...
Giant's Causeway - Ou 'Calçada do Gigante', está localizada 97 quilômetros ao norte de Belfast, a capital da Irlanda do Norte. O nome veio da lenda de que um gigante teria tentado construir um caminho entre a Irlanda e a Escócia. Embora o cenário pareça ter saído mais de uma história para crianças do que do mundo real, a 'calçada' é uma formação natural de 40.000 colunas de basalto alinhadas, algumas com até seis metros de altura, resultante de uma erupção vulcânica ocorrida há cerca de 60 milhões de anos. Todas têm a forma de um hexágono e, por isso, quando vistas de cima, lembram o desenho de uma calçada. Mas as pedras não são regulares, o que torna o local ainda mais inusitado e com formações que ganharam nomes como 'Órgão do Gigante' e 'Harpa do Gigante'...
Rotorua - Esta cidade localizada na Ilha Norte da Nova Zelândia, a 230 quilômetros de Auckland, é um famoso centro de atividade geotérmica. Traduzindo, Rotorua tem gêiseres, piscinas de lama borbulhante, lagos de água fervente e fede como o inferno. Literalmente, pois toda a área da cidade sofre com um forte odor de enxofre, embora não seja nada intolerável. A grande atração da cidade é o parque Te Puia, lar do famoso gêiser Pohutu, cujos jatos de água fervente e vapor podem alcançar os 30 metros de altura! Além disso, ele é considerado o gêiser 'mais confiável' do planeta por ter até 20 erupções por dia. É praticamente impossível você visitar o parque sem ver o Pohutu em ação...
Cânion de Petra - Chamado 'The Siq', o caminho entre as rochas leva os visitantes até a cidade nabateia de Petra, localizada em Wadi Musa, no sul da Jordânia. Enquanto Petra foi construída pelo homem por volta do século VI antes de Cristo, este cânion de 1,2 quilômetros de extensão foi formado por um movimento de placas tectônicas, que dividiu a rocha vermelha ao meio há milhões de anos. A erosão do solo contribuiu para aprofundar a 'garganta' ao longo do tempo e, hoje, as paredes do cânion podem ter 182 metros de altura. O Siq chega a ser claustrofóbico em alguns pontos, onde a distância entre as duas paredes é de apenas três metros. Mas nada que vá distrair você da beleza das cores das diversas camadas de pedra sulcadas pelo vento e pela chuva (embora a região seja desértica)...
Cliffs of Moher - Esta série espetacular de penhascos sobre o mar está localizada na costa oeste da Irlanda, a 280 quilômetros de Dublin. As falésias se debruçam sobre o Oceano Atlântico ao longo de oito quilômetros, sendo que o ponto mais alto sobre o nível da água chega a inacreditáveis 214 metros. Moher é uma paisagem tão mágica que acabou virando cenário de um dos filmes do menino-bruxo Harry Potter: assim que chegar, você verá a sua esquerda a caverna que aparece em 'O Enigma do Príncipe'. Magia irreal à parte, os Cliffs of Moher exercem um fascínio real e irresistível sobre os turistas, sendo a atração natural mais procurada da Irlanda. Os penhascos atraem cerca de um milhão de visitantes por ano. Para estacionar e usar as facilidades do centro de convivência, é preciso pagar uma entrada, mas muita gente deixa o carro nos arredores e literalmente pula a cerca que delimita o perímetro oficial das falésias...
Pamukkale - Ou 'Castelo de Algodão', é uma grande formação de rocha calcária que está localizada na cidade do mesmo nome, 650 quilômetros ao sul de Istambul (Turquia). Pamukkale foi formada a partir de um evento geológico raro - há outro exemplar bem menor no México, chamado 'Hierve el Agua' -, em que o calor no subsolo provoca a saída de água com bicarbonato de cálcio, que depois se solidifica na forma de 'piscinas'. Na medida em que elas vão enchendo, a água cai de uma para a outra, construindo assim uma série de terraços onde o líquido azul contrasta contra o calcário branco. Os terraços baixos, que se encontram ao longo da subida desde a entrada até o topo de Pamukkale, podem ser frequentados por turistas e banhistas (muitos locais usam as piscinas como praia nos finais de semana...)

CRACÓVIA POLÔNIA

 CRACÓVIA POLÔNIA

Cracóvia (em polacoKraków; em alemãoKrakau) é uma cidade da Polônia. Localiza-se no sul do país, nas margens do rioVístula. Tem cerca de 853 mil habitantes. Foi fundada por volta do ano 700 por um sapateiro remendão chamado Krak, que se tornara o primeiro Rei do seu país, sendo capital da Polônia entre 1320 e 1596. Foi atacada e devastada pelos mongóis em 1241, 1259 e 1287. Fez parte da Áustria, com o nome de Krakau, de 1795 a 1809 e de 1846 a 1914.
O Centro Histórico de Cracóvia foi inscrito pela UNESCO em 1978 na lista do Património Mundial. Na cidade encontra-se, ainda, o famoso Santuário da Divina Misericórdia, conhecido devido às aparições e revelações de Jesus, reconhecidas pela Igreja Católica, a Santa Faustina Kowalska. A cidade é sede de uma das mais antigas e prestigiosas universidades da Europa, a Universidade Jaguelônica.
Foi Capital Europeia da Cultura em 2000 e foi uma das subsedes do Campeonato Mundial de Voleibol de 2014. A cidade será sede da Jornada Mundial da Juventude de 2016.[2]
Por estar perto de Auschwitz, é muito comum turistas, ao visitarem a cidade, passarem o dia no mais famoso campo de concentração da Europa.

Praça Principal 

Rynek Glówny - Praça principal de Cracóvia, mais conhecida como " Rynek Glowny " , Ela remonta ao século 13 e tem cerca de 40.000 m2 (é uma das maiores praças medievais da Europa). A praça principal é um espaço rectangular rodeado por prédios históricos (kamienice) e igrejas. O centro da praça é dominada pelo Cloth Hall ( Sukiennice) , reconstruído em 1555 em estilo renascentista , a sua varanda é decorada com máscaras esculpidas.Deste lado está a torre da câmara municipal ( Wieża Ratuszowa ), do outro, Erguendo-se acima da praça, estão as torres góticas da Basílica de Santa Maria (St. Mary's Basilica).

Personalidades famosas 

FOTOS 

sábado, 23 de julho de 2016

REYKIAVÍK ISLÂNDIA

REYKIAVÍK  ISLÂNDIA FOTOS

https://pt.wikipedia.org/wiki/Reykjav%C3%ADk

Reiquiavique (em português)[1] [2] [3] [4] [5] [6] [nota 1] ou Reykjavík (pronúncia em islandês[ˈreiːc(j)aˌviːk] ( ouvir); literalmente: baía fumegante), é a capital da Islândia e, pela sua posição, é também a capital mais setentrional do mundo.[7] Durante o inverno, os dias duram quatro horas e no verão as noites não existem. A cidade situa-se a 64° 04' de latitude norte, muito perto do círculo polar ártico, numa zona rica em gêiseres, no lugar mesmo onde se instalaram os primeiros colonos conduzidos por Ingólfur Arnarson. Em 1786, a associação de 302 habitantes deu origem à atual cidade. É a cidade mais povoada da Islândia, com mais de sessenta por cento da população do país.
Ademais de ser a maior cidade do país, concentrando mais de sessenta por cento da população da Islândia, Reiquiavique é um ativo centro comercialpolíticoindustrial e cultural, onde estão concentrados as instituições políticas, as bibliotecas, os museus, as universidades, os escritórios centrais de comunicação (rádio, televisão e imprensa escrita), os teatros e as orquestras, os cursos de justiça, piscinas ao ar livre e os estádios de esportes (desportos, em português europeu), as infraestruturas marítimas, aéreas e as companhias de transporte coletivo e as fábricas, entre as quais as fábricas de conservas de peixes.
parlamento (construído em 1881) e a casa dos governos (dedicada aos mediadores do século XVIII) encontram-se no centro histórico de Reykjavík. A universidade e os seus bairros estudantis, o Museu Nacional e a Casa Nórdica (concebida pelo famoso arquiteto finlandês Alvar Aalto) são reagrupados em um bairro à parte. A cidade possui numerosas igrejas cristãs, antigas e novas, entre outras a Catedral do Parlamento e a grande Hallgrímskirkja. O Museu Folclórico de Arbaer, na periferia leste da cidade, exibe a velha prefeitura de Reykjavík, reconstituída no seu estilo original, e também uma igreja tradicional rural e uma exploração agrícola. Um dos rios mais ricos em salmões corre exatamente através do setor leste da capital. Há no centro histórico um lago que, de acordo com a lenda, descontaminou a cidade.

História

870: O agrupamento

Pensa-se que os primeiros colonos noruegueses chegaram na zona de Reykjavík levados por Ingólfur Arnarson aproximadamente no ano de 870. Isto está documentado noLandnámabók (o Livro da Colonização). O livro faz menção dos vapores de uma fonte térmica natural, e também que a cidade recebeu o nome de Reykjavík, que em islandêssignifica "baía fumegante".

1752: Industrialização

Reykjavík não é mencionada em nenhuma fonte medieval, exceto como terra de exploração agrícola regular, mas o século XVIII foi o início da concentração urbana. As regras dinamarquesas aplicadas à Islândia apoiaram ideias de uma indústria doméstica na Islândia que impulsionaram um progresso tão necessário à ilha. Em 1752, o rei da Dinamarca deu o domínio de Reykjavík às Corporações Innréttingar; o nome vem do dinamarquês (indretninger) e significa empresas. Nadécada de 1750, várias casas foram construídas para abrigar a indústria de , que seria o empregador mais importante de Reykjavík por algumas décadas e a razão original da sua existência. Outros ofícios eram praticados igualmente pelo Innréttingar, como a pesca, exploração de enxofre, agricultura e a construção de embarcações.

1786: Carta comercial 

A coroa dinamarquesa suprimiu o seu monopólio comercial em 1786 e atribuiu às seis comunidades no país uma carta comercial exclusiva, entre elas Reykjavík. Reykjavík era a única a respeitar a carta de maneira permanente. O ano de 1786 é considerado como a data da fundação da cidade, tendo ela celebrado seus 200 anos em 1986. No entanto, os direitos comerciais ainda eram limitados aos cidadãos da coroa dinamarquesa, e os comerciantes dinamarqueses continuaram a dominar o comércio com a Islândia e seus negócios aumentaram com os excedentes das décadas seguintes. Depois que o livre comércio foi instaurado para todos em 1880, a influência dos negociantes islandeses começou a se desenvolver.

1845: Declarada capital da Islândia

O movimento nacionalista com a idéia da Islândia independente aumentou durante o século XIX. Como Reykjavík era a única cidade da Islândia, era lá que as pessoas que tinham essas ideias se reuniam. Os partidos do movimento independentista sabiam que Reykjavík deveria ser forte para atingir este objetivo. Os anos mais importantes da luta independentista são também os mais importantes para a cidade. Em 1845, o Alþingi, a Assembleia-Geral que os islandeses haviam criado em 930, foi restabelecida em Reykjavík. Ela havia sido suspensa havia alguns anos e tinha sido transferida para os Campos do Parlamento (Þingvellir). O Alþingi tinha então as funções de mera assembleia consultativa, que sugeria ao Rei da Dinamarca as ações a serem tomadas relativamente aos diferentes problemas do país. A situação do Alþingi à Reykjavík fez com que a cidade se transformasse efetivamente em capital da Islândia. Em 1874 a Islândia redigiu a sua primeira constituição e, com ela, o Alþingi obteve poderes legislativos limitados, transformando-se depois na instituição que se conhece hoje. Em seguida, era necessário dar o poder executivo à Islândia, o que foi obtido com a conquista da soberania nacional1904 e o estabelecimento do gabinete do primeiro chefe de governo islandês em Reykjavík.
A data da independência mais importante é 1 de dezembro de 1918, quando o país passou de colônia da coroa dinamarquesa a um estado soberano associado, ou reino unido, conhecido sob o nome de Reino da Islândia.

1918-1944: Fim da ocupação e criação da República


De 1920 a 1930, a indústria de pesca apareceu em Reykjavík, sendo o principal produto o bacalhau. No entanto, no fim de 1929, aGrande Depressão fez-se sentir na cidade, gerando numerosos conflitos entre corporações de ofício. Na manhã de 10 de Maio de 1940, quatro navios de guerra chegaram a Reykjavík e ancoraram no porto, tranquilizando a população, pois eram britânicos e não alemães. Em algumas horas, a ocupação aliada foi efetivada sem violência. O governo islandês tinha recebido do governo britânico uma carta para prevenir da ocupação, mas esta sempre havia sido declinada pelos islandeses, pois a Islândia era politicamente neutra. Durante os últimos anos da Segunda Guerra Mundial, soldados britânicos e americanos construíram bases em Reykjavík. O número de soldados estrangeiros em Reykjavík era a um momento equivalente à população da cidade. Os efeitos econômicos da ocupação foram positivos para a cidade quando se atenuaram os efeitos da Grande Depressão e a retomada econômica importante pôde acontecer. Os britânicos construíram o aeroporto de Reykjavík e a ópera, e os Estados Unidos construíram o aeroporto Internacional de Queflavique (Keflavík), a cerca de 50 km da capital.
Em 17 de junho de 1944 a República da Islândia é proclamada, e um presidente eleito por um voto popular substituiu o Rei.

1950-1970: O pós-guerra 

No anos do pós-guerra, o crescimento de Reykjavík foi consolidado. O êxodo rural começou a povoar a cidade, devido à industrialização da agricultura, que reduziu a força de trabalho deste setor. A segunda razão deste crescimento são as melhores condições de vida na Islândia, que aceleraram a explosão demográfica. Os migrantes que iam a Reykjavík eram principalmente jovens que queriam atingir o "Sonho de Reykjavík" e, com o tempo, a capital transformou-se numa verdadeira cidade das crianças. A planificação urbana modificou-se de maneira importante com a construção de zonas residenciais nos arredores da cidade. Em 1972, Reykjavík foi a sede do Campeonato Mundial de Xadrezentre Bobby Fischer e Boris Spassky.

1980-2000: Uma metrópole moderna

Nas duas últimas décadas do século XX, Reiquiavique transformou-se num importante centro da comunidade mundial.
Durante o encontro de cúpula de 1986, o estatuto internacional de Reykjavík foi posto em evidência porRonald Reagan e Mikhail Gorbachev. A desregulamentação no setor financeiro e a revolução informática dos anos 1990 transformaram Reykjavík mais uma vez. A tecnologia financeira e o sector da informação são agora as principais fontes de emprego da cidade. A energia da cidade estimulou o surgimento de alguns talentos que vieram a alcançar fama mundial, tais como a cantora Björk e a banda de rock Sigur Rós.

Geografia 

Reykjavík situa-se sobre a margem sudoeste da Islândia, na baía da Crina (Faxaflói). O setor costeiro de Reykjavík é caracterizado pela presença de numerosas penínsulas,estreitos e pequenas ilhas. A maior parte da cidade de Reykjavík situa-se na península Lagoa da Foca (Seltjarnarnes), mas também uma periferia se desenvolveu ao sul desta península. Graças às correntes quentes do Golfo, Reykjavík tem uma temperatura média anual de 5ºC, que raramente desce para abaixo de -10ºC. A temperatura média em janeiro é de -4°C e em julho de 11,2°C.
Reykjavík é uma cidade dispersa. A maior parte do sector urbano apresenta-se na forma de periferias de baixa densidade com habitações geralmente individuais. Os bairros residenciais também são espaçados, separados pelas principais avenidas da cidade. Essa estrutura urbana criou-se espontaneamente, devido aos gostos dos habitantes mais recentes.
Os rios Elliðaár atravessam a cidade. Essas importantes vias fluviais não são navegáveis. A montanha mais elevada nas vizinhanças de Reykjavík é Monte Esja, com aproximadamente 914 metros de altitude.

Cidades-irmãs 

Reykjavík/Reiquiavique é cidade-irmã das seguintes cidades: