terça-feira, 20 de junho de 2017

PERU

PERU 

 PARACAS NATIONAL RESERVA 

The Paracas National Reserve is located in IcaPeru and consists of the Paracas Peninsula, coastal areas and tropical desert extending to the south slightly past Punta Caimán, a total of 335,000 ha (217,594 ha are marine waters and 117,406 are part of the mainland). It includes Bahía de la Independencia (Independence Bay) and miles of coastal waters. Its main purpose is to preserve the marine ecosystem and protect the historical cultural heritage related to ancient indigenous peoples, mostly of the Paracas culture.
The reserve is home to many species of wildlife, particularly birds (see Paracas Birds, which are largely concentrated at the water's edge in what is called the largest concentration of birds on earth.[2] Near the entrance inside the reserve is the Muséo Sitio de Julio C. Tello. Named for the archeologist who made major discoveries about the ancient Paracas culture, it features artifacts and interpretation, as well as information about the flora and fauna of this unique 

Protected

Established in 1975, it is the oldest marine reserve in Peru, and it incorporates a variety of marine habitats and tropical desert. In addition to the biological areas, the reserve protects prehistoric sites of the Paracas culture and other ancient civilizations. Near the museum is the Paracas Necropolis (100 BCE - CE 300), comprising the burial sites known as the Cabezas Largas and Cerro Colorado, where Julio C. Tello found many fine grave goods buried with mummified remains of the Paracas elite.[3]
Also in the reserve is Pampa de Santo Domingo, where archeologists have dated finds of human remains to 6500 BC. Found there was a decorated quena (flute), believed to be the first musical instrument of Peru.[4]

Description 

One of the main geomorphological attraction along the Paracas coast, La Catedral arch (the Cathedral) was destroyed during the 2007 earthquake. The Bahia Lagunillas is bordered with red sand beaches, product of the erosion of porphyry rocks that dominate some of the hills of the Paracas Peninsula. On the Paracas Peninsula is the mysterious geoglyph called the Paracas Candelabro, which is believed to date to the Paracas culture about 200 BCE.[5]
Paracas - Playa Roja3.JPG

segunda-feira, 19 de junho de 2017

BING 2017

BING 2017

CRATERA DE WOLF CREEK AUSTRÁLIA 

REYJAVÍK  ISLÂNDIA 

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 PARQUE PROVINCIAL DOS DINOSSAUROS CANADA 

ESPANHA

ESPANHA 

ANDALUZIA 

Andaluzia (em espanholAndalucía) é uma comunidade autônoma de Espanha. Está localizada na parte meridional do país. É limitada, a Oeste, por Portugal; a norte, pela EstremaduraCastilla-La Mancha e Múrcia; e, a Sul por Gibraltar e é banhada por Oceano Atlântico e Mar Mediterrâneo, numa costa com cerca de 910 quilômetros. A sua capital é a cidade de Sevilha, onde tem, a sua sede, a Junta de Andaluzia, enquanto que o Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia tem a sua sede na cidade de Granada.
O seu nome provém de Al-Andalus, nome que os muçulmanos davam à Península Ibérica no século VIII. É a segunda maior comunidade autônoma espanhola e a mais populosa. Tornou-se comunidade autónoma em 1982. Segundo o seu estatuto autonômico, possui a condição de "nacionalidade histórica".

História[editar | editar código-fonte]

A sua origem remonta à Pré-História: o primeiro povoamento da Andaluzia data do período paleolítico. Por volta de 1000 a.C., estabeleceram-se diversos povos na região, entre eles os feníciosgregos e cartagineses. Reino de Tartessos foi o nome pelo qual os gregos denominaram a região que tinha, por linha central, o vale do rio Tartessos, que, depois, os romanos chamaram de Bétis e os árabes de Guadalquivir. No século VI a.C., Tartessos desapareceu abruptamente e, quando os romanos lá chegaram, o reino já não existia mais. Os cartagineses abandonaram a região quando Cartago foi derrotada pelos romanos na Segunda guerra púnica.
Os romanos dominaram a região e lhe deram o nome de Bética, ficando ali até as invasões dos vândalos e visigodos. Na época do domínio romano, a região era rica e exportava vinho e, principalmente, azeite de oliva. Enquanto os vândalos permaneceram por pouco tempo na região, os visigodos fundaram um reino que durou até a chegada dos muçulmanos oriundos do Norte de África e do Próximo Oriente.
Em 711, os árabes invadiram a região, num domínio que durou oito séculos e que deixou marcas na população e na cultura da Andaluzia. Estabeleceram um emirado com capital em Córdoba que se tornou independente de Damasco no ano de 929. Este período foi de grande prosperidade sociocultural. A agricultura desenvolveu-se muito, tal como as indústrias naval, de papel, do vidro, dos tecidos e da cerâmica. Provavelmente o nome Andaluzia seria uma denominação dos árabes relacionada aos vândalos.
Durante o século XI, o califado debilitou-se em guerras civis, sendo a região conquistada pelos Reis Católicos, facto conhecido como a conquista de Granada, em 1492. A presença árabe na região pode ser constatada por vários monumentos (como as fortalezas de Alhambra e mesquitas como a de Córdoba), assim como palavras incorporadas ao dicionário espanhol.
Depois da conquista castelhana, o território da atual Andaluzia estava ocupado por quatro reinos: Sevilha, Córdoba, Jaén e Granada. Porém, na época o termo Andaluzia só designava os reinos de Jaén, Sevilha e Córdoba. O que é conhecido como território actual só se formou após a Guerra das Alpujarras de 1570-72, quando se deu a total expulsão dos mouros da região. Primeiro, os mouros se dispersaram pelo Reino de Castela, sendo depois totalmente expulsos da Península Ibérica em 1609.
A campanha de expansão castelhana na América durante o século XVI causará um período de esplendor na Andaluzia ocidental, especialmente em Huelva, Sevilha e Cádiz, devido a sua situação como porta de saída até a América. O Reino de Granada, pelo contrário, tinha seus interesses no Mediterrâneo. No século XVIII, algumas partes da Andaluzia foram repovoadas por povos vindos de diversas partes de outros países europeus e da região atualmente conhecida como Espanha.
Até o século XIX, a Andaluzia viveu um período dourado, porém a Guerra pela Independência Espanhola (ou Guerra Peninsular) e a independência das colônias espanholas foram fatais. Várias revoltas surgem no território da Andaluzia, entre eles o bandoleirismo (quadrilhas que atacavam viajantes). A grave crise econômica conduziu aos andaluzes a apoiar a revolução de 1868 ("la Gloriosa" ou "la Setembrina") que acabou por destronar a rainha Isabel II. A Primeira República Espanhola fracassa, a monarquia é restituída, assumindo Afonso XII, filho de Isabel II.
Em 1883, é aprovada a Constituição Federal de Antequera, que foi um intento falido por dotar a Andaluzia de um estado independente que se integraria voluntariamente como estado federal em uma federação hispânica. Foi fruto das convulsões vividas desde a revolução de 1868. É neste momento que muitos situam o nascimento do nacionalismo andaluz.
Com apoio do rei Afonso XIII, o general Primo de Rivera inicia uma ditadura na Espanha que durou de 1923 a 1930 mas foi só com a proclamação da Segunda República Espanhola que se tentou resolver alguns problemas da Andaluzia (analfabetismo e reforma agrária). Em 1939 após a Guerra Civil Espanhola, o General Francisco Franco assumiu o poder espanhol e os pequenos avanços feitos a favor da reforma agrária se perderam. Houve avanços na região com desenvolvimento da indústria, turismo e transporte. Com a morte de Franco, a Espanha institui o regime de monarquia parlamentarista e começou uma transição para a democracia.
Em 1980, a Andaluzia adquiriu sua condição atual de comunidade autônoma espanhola e começou sua lenta recuperação. Em 1992, inaugurou-se o trem de alta velocidade entre Sevilha e Madri e se 

Geografia 

É a segunda comunidade autônoma espanhola em extensão territorial, perdendo apenas para Castela e Leão.

Clima 

A região é influenciada por um clima temperado mediterrânico cujas características variam conforme o relevo. Na Costa do Sol, é o mediterrânico subtropical, com temperaturas amenas no Inverno e não muito elevadas no Verão. A área de Almeria é a mais árida de toda a Europa e, nas montanhas, a temperatura é muito baixa no Inverno, sendo acompanhada de precipitação abundante em forma de neve.

Relevo 

Serra Morena;Compreende três unidades fundamentais:
  • Cordilheiras Béticas: paralela ao mediterrâneo, seu ponto mais alto é Serra Nevada;
  • Vale de Guadalquivir;

Hidrografia 

O maior rio da Andaluzia é o Guadalquivir (657 km), que nasce na serra de Cazorla (Jaén), passa pelas cidades de Córdoba e Sevilha, e desemboca em Sanlúcar de Barrameda (Cádiz). Outros rios importantes: GuadianaOdiel-TintoRio Genil e Guadalete-Barbate.

Turismo 

Situada ao sul da Espanha em uma das regiões mais quentes e com várias praias, a Andaluzia proporciona turismo de "sol e praia". A sua costa é dividida em Costa da Luz (Huelva e Cádiz), banhada pelo oceano Atlântico, Costa do Sol (parte de Cádiz e Málaga), Costa Tropical (Granada e parte de Almería) e Costa de Almería, banhadas pelo mar Mediterrâneo. O turismo cultural mais conhecidos são Alhambra (Granada), a Giralda e a Catedral de Santa Maria (que é a maior catedral da Espanha) em Sevilha e a mesquita de Córdoba. A tourada e o flamenco também atraem a muitos turistas ao Sul de Espanha. Ainda incluem algumas catedrais, igrejas, castelos e fortalezas.

Catedral de Sevilha

Catedral de Sevilha, também conhecida como Catedral de Santa Maria da Sede, é a maior da Espanha, e a terceira maior do mundo, atrás da Basílica de São Pedro , no Vaticano, e da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida. É a maior catedral gótica do mundo, com 11.520 metros quadrados de área total[1].
A catedral foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha.
Segundo a tradição, a construção começou em 1401, embora não haja constância documental do começo dos trabalhos até 1433. Foi edificada no solar que ficou após a demolição da antiga Mesquita Alfama de Sevilha.[2]
Em 2008, foi encontrado o plano mais antigo que se conhece da Catedral de Sevilha no Mosteiro de Bidaurreta de Oñate (Guipúscoa), o qual foi realizado cerca de 1490.[3] Este plano, uma vez estudado, contribuiu com importantes dados sobre a construção do edifício.[4]
Um dos seus primeiros mestres-de-obras foi Carles Galtés de Ruan, procedente da Normandia (França), que trabalhara previamente em outras grandes catedrais góticas europeias e poderia ter chegado à Espanha fugindo da Guerra dos Cem Anos. Em 10 de outubro de 1506 foi colocada a pedra postreira (última pedra) na parte mais alta do zimbório, com o que simbolicamente a catedral ficava finalizada, embora na realidade continuassem os trabalhos ininterruptamente durante séculos, tanto para a decoração interior, como para acrescentar novas dependências ou consolidar e restaurar os estragos do passar do tempo, ou circunstâncias extraordinárias, como o terramoto de Lisboa de 1755 que apenas produziu danos menores apesar da sua intensidade.[5] Nestas obras intervieram os arquitetos Diego de RiañoMartín de Gainza e Assénsio de Maeda. Também nesta etapa Hernán Ruiz edificou o último corpo da Giralda. A catedral e as suas dependências ficaram terminadas em 1593.[6]
O Cabido Metropolitano mantém a liturgia diária e a celebração das festividades do Corpus Christi, a Imaculada e a Virgem dos Reis. Neste templo encontra-se o corpo do famoso navegante Cristóvão Colombo e o do rei Fernando III de Castela (1199-1252), canonizado em 1671 como São Fernando, sendo papa Clemente X.[7]
A última obra de importância realizada aconteceu em 2008 e consistiu na substituição de 576 silhares que moldavam um dos grandiosos pilares que sustentam o templo, por novos blocos de pedra de características similares mas com maior resistência. Este trabalho foi possível graças ao emprego de novos sistemas tecnológicos que demonstraram que o edifício sofria diariamente umas oscilações de 2 cm como consequência da dilatação dos seus materiais. [8]
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MALDIVAS

MALDIVAS 

MALÉ

Malé (em língua dhivehi: މާލެ, pronunciado: "Maha-alay") é a maior cidade e capital das Maldivas. A cidade está localizada no extremo sul do Atol Kaafu. Também é uma das subdivisões administrativas do país. Tradicionalmente foi a ilha do Rei, onde a antiga dinastia real das Maldivas governava e onde seu palácio era localizado. Hoje é sede do governo e centro de negócios, comercial, empresarial e educativo. Tem uma população de aproximadamente 80 mil pessoas, sendo aproximadamente um terço da população do país.[1]
A ilha é fortemente urbanizada, com a cidade ocupando-a praticamente por inteiro e é a cidade mais densamente povoada do mundo. Malé foi golpeada pelo tsunami que varreu através a costa ocidental de Sumatra em 26 de Dezembro de 2004. Foi afetada pelo sismo do Oceano Índico cujas ondas inundaram dois terços da cidade.

História

Os primeiros habitantes das Maldivas foram budistas. Em 1153,os muçulmanos conquistaram as Maldivas. Anos mais tarde o arquipélago passou pelas mãos de portuguesesneerlandeses e ingleses , sendo que estes últimos transformaram Malé em um protetorado (entre 1887 e 1965). Em 1953 foi tentada estabelecer uma república mas poucos meses depois, a cidade foi restabelecida ao sultanato. Em 1968 foi reinstaurada a república, continuando Malé como capital.
Em 26 de dezembro de 2004, ocorreu o devastador terremoto em Sumatra (Terramoto do oceano Índico de 2004) e o tsunami posterior inundou dois terços da cidade. O tsunami e o terremoto causaram 220 mil mortos ao largo de todo o Oceano Índico. Em 29 de setembro de 2001 foi explodida uma bomba perto de uma mesquita, ferindo 12 turistas. É considerada a primeira bomba que já explodiu em grandes proporções na cidade.[4]

Infra-estrutura 

Como não há mais terras adiante no país, toda a infra-estrutura está localizada na cidade. A água fornecida é terrena dessanilizada; a água chega através de bombas de salombra com 50-60m de profundidade e dessaliniza usando a osmose inversa.[6] A energia elétrica é gerada na cidade utilizando geradores de diesel.[7] O esgoto é bombeado para não ir diretamente para o mar.[8] Os recursos sólidos são transportados para ilhas próximas, onde são usados para preencher as lacunas. O aeroporto foi construído neste sentido, e atualmente, a lagoa Thilafushi está sendo preenchida.[9][10]
Na cidade pode-se encontrar todos os serviços básicos; além destes, conta com bancos, numerosos caixas automáticos e a maioria das empresas de correio internacionais.[11] Possui vários centros de saúde, como o Hospital Indira Ghandi Memorial (IGMH), que é o maior do país, e na saúde privada o Hospital ADK é o mais importante.[12] Existe também um serviço de táxi, cujo valor máximo é regulamentado pelo governo.O turismo é a maior atividade econômica nas Maldivas, respondendo por 28% do PIB e mais de 60% das receitas cambiais. Mais de 90% das receitas fiscais do governo vem de direitos de importação e impostos relacionados com o turismo.Economia[editar | editar código-fonte]
Malé tem muitas atrações turísticas e resorts próximos. A cidade também é o centro comercial e possui o porto principal do país.

Transporte 

Aéreo 

Aeroporto Internacional de Malé é o principal aeroporto das Maldivas. Foi por muito tempo o único aeroporto internacional das Maldivas. O aeroporto foi inaugurado em 12 de abril de 1966.
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RÚSSIA

RÚSSIA 

SÓFIA 

Sófia (em búlgaro: София; tranl.: Sofiya ou Sofiapronunciado: [ˈsɔfijɐ] ( ouvir)) é a capital e maior cidade da Bulgária, com uma população de 1 401 553[1]habitantes (15 de outubro de 2009), 12° maior cidade da União Europeia, e 1.449.277 em sua área metropolitana. Está localizada a oeste da Bulgária, aos pés do Maciço Vitosha, e é o centro administrativo, cultural, econômico e educativo do país. A cidade de Sófia é também uma província (óblast) da Bulgária.
Sófia é uma das capitais mais antigas da Europa, a história de Sófia remonta ao Século VIII a.C., quando os trácios estabeleceram um assentamento na região. Sófia teve vários nomes em diferentes períodos de sua existência, e hoje em dia pode-se ver remanescentes da milenária história da cidade ao lado dos atrativos turísticos modernos.

História 

É a terceira capital europeia mais antiga, pois é habitada desde tempos muitos remotos e possui uma história de mais de 7000 anos.
No lugar de um antigo assentamento neolítico, ao redor de algumas fontes termais, no século VIII a.C., foi fundada uma cidade trácia, chamada Sérdica ou Sardica (Σερδική, Σαρδική), devido a tribo trácia dos Serdi. Este nome é popular nas fontes em latimgrego antigo e grego bizantino da antiguidade até a idade média.
Durante um curto período do século IV a.C., a cidade foi possessão de Filipe II da Macedônia e seu filho Alexandre, o Grande.
A cidade foi conquistada por Roma no ano 29. Quando o imperador Diocleciano dividiu a província da Dácia em duas (Dacia Ripensis às margens do rio Danúbio e Dacia Mediterranea), Sérdica se tornou a capital da Dacia Mediterranea.
Foi destruída pelos hunos em 447. A cidade foi reconstruída pelo imperador bizantino Justiniano e renomeada para Triaditsa. A partir do século VI, a cidade renasce como um centro administrativo e econômico importante do Império Bizantino. Foi conhecida como Sredets pelos eslavos, nome que permaneceu após a invasão dos búlgaros em 809. Passou a se chamar Sófia em 1376. Sófia foi o nome de uma mártir cristã que foi obrigada a presenciar a tortura e morte de suas três filhas por ordens do imperador romano Adriano, no início do século II.[2]
Em 1382, durante o reinado de Murad I, Sófia foi conquistada pelo Império Otomano e se tornou a capital da província turca de Rumélia durante mais de 4 séculos. Isto mudou o aspecto de Sófia, transformando-a numa cidade Oriental com muitas mesquitas, fontes e numerosos banhos turcos (hammam). Nesta época, a cidade passou de uma população em torno de 7000 habitantes a uma população de 55 mil habitantes, em meados do século XVII.Nas últimas etapas do domínio otomano, a agitação nacionalista aumentou, o que, finalmente, concedeu ao território uma certa autonomia no Império otomano, mantendo a cidade de Sófia como capital. Foi conquistada mais tarde pelos russos em 1878, durante a Guerra russo-turca, na qual os russos intervieram em favor da independência da Bulgária, passando a ser a capital de uma Bulgária independente em 1879.
Em 16 de abril de 1925, membros do Partido Comunista Búlgaro executaram o atentado na Catedral de Sveta-Nedelya, durante os funerais do general Konstantin Georgiev, que havia sido assassinado dois dias antes pelos bolcheviques. A cúpula principal caiu sobre os presentes, matando 128 pessoas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a aliança da Bulgária com o Terceiro Reich, a cidade foi objeto de bombardeios aéreos por parte dos aviões britânicos e americanos. Posteriormente, com a mudança do curso da guerra contra o Wehrmacht, o Exército Vermelho soviético entrou na Bulgária e Sófia em 1944, enquanto acontecia uma mudança de governo, passando a Bulgária a unir-se aos Aliados, contra sua antiga aliada a Alemanha nazi.
Após o final da guerra, foi criada a República Popular da Bulgária de tendências comunistas, tendo como presidente Georgi Dimitrov.
Em 1992, o dia 17 de setembro foi declarado o Dia de Sófia, por ser esta a data cristã de Santa Sófia, a Mártir.[3]

Geografia

Alguns rios cortam a cidade, incluindo o Vladayae o Perlovska. O rio Iskar em seu curso superior corre pelo leste de Sófia. A cidade é conhecida por seus numerosos mananciais e águas termais. No século passado foram construídas barragens e lagos artificiais.O desenvolvimento de Sófia como um assentamento significativo se deve em grande parte a sua posição central nos Balcãs. Está situada a oeste da Bulgária, aos pés do Monte Vitosha, no Vale de Sófia que está rodeado por montanhas em todas as direções. O vale é o maior do país com uma área de 1186 km² e uma altitude média de 550 metros. Três passos de montanha conduzem a cidade, e tem sido rotas chaves desde a antiguidade, conectando o Mar Adriático e a Europa Central com os mares Negro e Egeu.
Está localizada 150 km a noroeste de Plovdiv, a segunda maior cidade da Bulgária, 390 km a oeste de Burgas e 472 km a oeste de Varna, as maiores cidades portuárias do país na costa búlgara do Mar Negro. A cidade está situada a menos de 200 km das fronteiras com três países: a 55 km de Kalotina na fronteira sérvia, a 113 km de Gyueshevo na fronteira com a República da Macedônia e a 183 km da fronte

Clima 

Sófia possui um clima continental moderado com altas variações de temperatura. O mês mais quente é agosto e o mais frio é janeiro. Até 1936, a temperatura anual média era de +10,0 ℃ e a partir de então aumentou 0,5 ℃. A cidade recebe cerca de 600 milímetros anuais de precipitações, a maior parte no verão e a menor no inverno. Sófia geralmente é menos quente no verão que outras partes de Bulgária, devido a grande altitude do vale onde se situa, embora, às vezes, a temperatura pode chegar aos 40 ℃.ira grega em Kulata.

Cidades geminadas

 Finlândia HelsinkiFinlândia
 Ucrânia Kiev, Ucrânia
 Reino Unido Londres, Reino Unido
 França Paris, França
 Estados Unidos Pittsburgh, Estados Unidos
 República Checa Praga, República Tcheca
 Rússia São Petersburgo, Rússia
 Israel Tel Aviv, Israel
 Polónia Varsóvia, Polônia
 México Monterrey, México
Vista do centro de Sófia